Se você é dono de transportadora ou frotista, já deve ter percebido que o valor do seguro da sua frota não é o mesmo todo ano. Às vezes sobe, às vezes desce — e nem sempre fica claro por quê. A resposta, na maioria das vezes, está em uma palavra: sinistralidade.
De forma simples, sinistralidade é a conta que a seguradora faz comparando quanto ela recebeu de você (o prêmio do seguro) com quanto ela teve que pagar de volta (indenizações por acidentes, roubos e avarias). Se essa conta dá um número alto, o seguro fica mais caro na próxima renovação. Se dá um número baixo, você ganha poder de negociação.
Imagine que sua transportadora paga R$ 120 mil por ano de seguro e, nesse período, a seguradora pagou R$ 100 mil em sinistros. Isso dá uma sinistralidade de mais de 80% — um número alto. Na próxima renovação, a seguradora vai aumentar o valor ou até recusar a apólice. Agora, se os sinistros somam só R$ 30 mil, a sinistralidade fica em 25%, e você pode negociar um desconto real.
1. Manutenção preventiva com calendário fixo. Não espere o pneu estourar ou o freio falhar. Monte um calendário de revisão por veículo, não só por quilometragem. Muita transportadora só faz manutenção quando algo quebra — e aí já virou sinistro.
2. Rastreamento e telemetria. Saber onde seu caminhão está em tempo real ajuda a recuperar veículos roubados mais rápido e a identificar motoristas que dirigem de forma perigosa (frenagens bruscas, excesso de velocidade). Algumas seguradoras até dão desconto na apólice se a frota tem rastreador.
3. Treinamento dos motoristas. A maioria dos acidentes com frota pesada envolve erro humano. Um programa de treinamento de direção defensiva — mesmo que simples e trimestral — já reduz ocorrências de forma visível.
4. Planejamento de rotas. Existem trechos com mais roubo de carga do que outros. Planejar a rota evitando esses pontos críticos, especialmente em horários de risco, é uma das ações mais baratas e mais eficazes.
5. Conferência rigorosa de carga. Muita avaria acontece no embarque e desembarque por falta de conferência. Fotos, checklist e assinatura do motorista na hora do carregamento evitam prejuízo e facilitam o acionamento da apólice se algo acontecer.
Um especialista do Instituto do Seguro analisa o histórico da sua operação e mostra na prática o impacto dessas ações no valor do seu seguro.
Falar com especialistaMuita gente acha que corretor de seguro só serve para vender apólice. No Instituto do Seguro, o trabalho vai além: acompanhamos seus números de sinistralidade ao longo do ano, orientamos quais coberturas fazem sentido para o seu perfil de carga e preparamos a documentação que fortalece a sua posição na hora de negociar com a seguradora.
Quem assina o Clube Instituto do Seguro recebe relatórios comparativos de sinistralidade do setor e tem condição especial em telemetria com nossos parceiros. São dois recursos que, combinados, aceleram a queda do custo do seguro ao longo das renovações.
Descontos nas apólices, telemetria com preço de clube e uma comunidade fechada de transportadores.
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